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Corpo e território das infâncias: proteger o acervo cultural e a liberdade de ser
A forma como uma criança vive o espaço e o tempo molda quem ela se torna. É no corpo em movimento, no brincar livre e na experiência presente que se constrói aquilo que carregamos para a vida inteira. Esse conjunto de vivências forma o que podemos chamar de acervo cultural da infância: um patrimônio sensível feito de experiências, gestos, memórias e relações que sustentam o desenvolvimento emocional, social e criativo ao longo da vida. Proteger esse acervo é proteger a própri
Maria Zuquim
24 de mar.3 min de leitura


A força do público-ponte: quando a arte para as infâncias conecta gerações
Imagine uma criança que atravessa uma exposição de arte e sai tão tocada que sente vontade de voltar, não sozinha, mas acompanhada. Uma criança que convida seus pais, seus cuidadores, sua família inteira para viver aquela experiência. É nesse gesto simples que nasce algo poderoso: a arte deixa de ser um espaço individual e passa a se tornar uma ponte. Na Cidadela, esse movimento acontece com frequência. A infância, ao ser verdadeiramente acolhida, não apenas participa da expe
Maria Zuquim
23 de mar.3 min de leitura


Construindo pontes para o futuro: arte, educação e os caminhos das infâncias
Como garantir que as próximas gerações cresçam em um mundo onde a arte não seja privilégio, mas direito? Como criar condições para que as crianças tenham acesso à experiência artística de forma contínua, significativa e transformadora? Pensar os caminhos da arte para as infâncias é pensar o futuro. E esse futuro se constrói no presente, a partir das relações entre arte, educação, espaços culturais e sociedade. Arte como experiência que transforma espaços e relações A arte par
Maria Zuquim
22 de mar.3 min de leitura


Três pilares para a arte que acolhe: escala, temas de interesse e o fazer da infância
Três pilares para a arte que acolhe: escala, temas de interesse e o fazer da infância
Maria Zuquim
29 de jan.3 min de leitura


O desafio do “não lugar”: por que as artes visuais ainda ignoram as infâncias?
“Não encoste.”
“Não corra.”
“Não faça barulho.”
Essas frases soam familiares para quem já tentou atravessar um espaço de arte acompanhado por uma criança. O que poderia ser um território de descoberta, curiosidade e sensibilidade acaba, muitas vezes, transformando-se em um espaço de contenção e silêncio forçado.
Essa experiência recorrente revela uma pergunta urgente: por que as artes visuais ainda oferecem tão pouco espaço real para as infâncias?
Maria Zuquim
29 de jan.3 min de leitura


A Cidadela: quando o corpo se torna morada da arte e da infância
O que acontece quando deixamos de olhar para o corpo apenas como estrutura e passamos a entendê-lo como casa? Quando o corpo deixa de ser limite e se transforma em território?
A exposição Cidadela nasce dessas perguntas. Uma experiência artística sensível que propõe reconhecer o corpo como morada, cidade viva e espaço onde memórias, emoções e infâncias habitam.
Maria Zuquim
29 de jan.3 min de leitura
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